quarta-feira, 10 de junho de 2020

PROF OSVALDO


Dia 11/06
Leitura dos contos
Conto 1            ENTRANDO NO QUARTO MISTERIOSO
A chave que abre a porta daquele cômodo sempre fechado, construído atrás da despensa, ao lado de velhos barris de carvalho, é pesada e feita numa mistura de cobre com alguma outra coisa. Tem aquele tom esverdeado que a gente chama na roça de “zinabre”. Conta-se que, antes de o sítio de meus avós existir, havia um casebre erguido sobre um lamaçal. Quando meu avô construiu a casa no local em que se erguia a tapera, havia um pequeno cômodo que resistia ao tempo. Estaria vazio, não fosse a ruína de um antigo tear para fiar algodão. O tear original sumiu, contou-me Bá, certo dia...Daí minha falecida bisavó comprou um tear novo e começou a trabalhar no mesmo local em que encontrou o tear antigo. Daqui em diante, fica uma lacuna. Muito tempo atrás, as pessoas não tinham o costume de registrar os acontecimentos como fazemos atualmente, e, por isso, sentimos que o quebra-cabeças do passado fica sem algumas peças importantes.
Por que aquele casebre não foi demolido de todo e por que foi conservado um pedaço do mesmo no corpo da casa do sítio? Ninguém nunca soube explicar isso... O que ouvi dizer é que o quartinho de taipa original é hoje aquele quarto fechado que vou abrir esta noite. Todos dormem nos quartos que ficam além da salona e, se tenho olhos que me espreitam, devem ser apenas de almas boas que vagueiam próximas às janelas que dão para o quintal. Nem o gato Eurípedes está me acompanhando. Estou sossegado para colocar a chave na tranca. Por que será tão gostoso abrir portas, ver o que há do outro lado das coisas? Você já fez isso? Já olhou pelo buraco da fechadura para ver alguém tomando banho? Estou com muito medo agora e, para não despertar ninguém, uso minha lanterna de bolso. Faço duas voltas com a mágica chave. Tlac-tlac...foram os sons da fechadura de ferro...Um tanto decepcionado, entro em um cômodo aparentemente normal, apesar do escuro quase absoluto. Sinto um cheiro de lugar fechado e com ar parado. Fecho a porta. Procuro o acendedor. Encontro um daqueles bem antigos, dependurado por um fio preto que desce do teto e a gente aperta um interruptor. Com um clique, tenho luz elétrica. Que bom! Vou começar a investigar... Vejo uma sala ampla. Não imaginava que fosse tão grande assim. Do lado de fora, parecia minúscula. Sobre mim, há muitas teias de aranha. Ao lado, mais teias, descendo do teto ao chão formando um xale grotesco. As aranhas, contudo, parecem estar dormindo. Não há umazinha só para eu elogiar o trabalho de fiação.
Do que eu tenho medo agora? Tenho medo da Velha de Um Olho Só de que minha Tia Clara me falou. De morcegos não tenho medo, não. Há um bem acima de mim, que deve ser parente do morcego Eugênio, da casa de minhas três tias tricotadeiras. No forro de palhinha trançada, há um buraco que deve servir
de entrada para que muitos bichos da noite se abriguem. No centro do cômodo, vejo um tear, enorme, lindo, se bem que empoeirando, mas com os fios ainda esticados. Em meu costumeiro caderno de anotações (o “Caderno de Segredos Misteriosos” que sempre trago comigo por toda parte), fiz pesquisas sobre tear e roca para a aula sobre história de Minas Gerais. Vou aproveitar a luz que acendi para ler algumas partes para você: O tear era uma peça muito importante para os habitantes do sul de Minas, e ainda é em cidades que vivem basicamente do artesanato da fiação. A roca é um instrumento menor para tecer, tem um pedal e um fuso, que é aquilo que espetou a Bela Adormecida (antes de ela adormecer, claro) no conto defadas. Quando comecei a ler, percebi que eu era analfabeto de tear. Vou explicar: descobri, brincando de palavras cruzadas, que podemos ser analfabetos de muitas coisas, não só de letras, números e interpretação de textos. Quem não sabe pintar, é meio analfabeto de pintura; quem não tem educação, é analfabeto de boas maneiras. Assim, quem não sabe o que é um tear e nada entende de fiação realmente é um analfabeto no ramo. Angustiado com essa história dos analfabetismos que nos rodeiam, tratei de entender um pouco mais sobre um tear e uma roca. Arrumei um desenho de um tear antigo e escrevi o nome das partes para você entender melhor. Veja o desenho e acompanhe minha explicação: Um conjunto dos fios esticados é chamado de urdume. Quando há vários conjuntos de fios esticados, chamamos de trama. Palavra legal, pois também dizemos assim: “a trama do filme de suspense é muito bacana”. É que a vida é um tear...temos nossos fios também, não é? E temos ainda as tramas, e os tecidos...e os textos... Mas voltemos da filosofia: este tear que você está vendo no desenho é chamado tear de pedal. Os fios trabalhados podem ser em algodão cru, tingidos ou não. Na trama, eles são assados no sentido transversal do tear com o auxílio de uma agulha chamada navete. A trama é passada entre os fios da urdidura, por uma abertura entre os fios ímpares e pares denominada cala. Alguns teares também precisam de um pente, mas não é aquele de cabelo. Um pente é um objeto que permite levantar e abaixar alternadamente os fios da urdidura, para liberar a abertura da cala e a passagem da trama. Entendeu? Parece meio complicado, mas não é. Agora, veja uma roca no outro desenho que fiz. Ela é um instrumento usado para a manufatura de fios artesanais, por fiação manual. Com a roca podemos fiar fibras de origem animal (lã de carneiro e de cabra, por exemplo), vegetal (algodão, linho, rami, juta...) e até sintética, descoberta mais recente. Vovó sempre diz: Cada roca com seu fuso.  É um velho ditado...Ou seja, cada um na sua. Tudo isso faz parte da pesquisa que fiz. Hum...Você percebeu esse piscar? Que saco! Acho que a lâmpada vai queimar, pois está piscando sem parar! Deixe-me investigar melhor. Ao lado do tear está a roca, mas quebrada, que pena! Além de muitos sacos com fios e lãs ainda não fiadas. Gostaria de entender melhor como a roca funciona. Que surpresa, tenho um visitante! Uma voz esganiçada e com tom maligno deu-me um susto, vindo de trás. Olho e me espanto: é a Velha de Um Olho Só. Deve ser ela! Tia Clara estava certa. Minha alma líquida se congela de medo. Quer que eu lhe descreva o que vi?

Continuação do conto  1             A VELHA DE UM OLHO SÓ
 A aparição deve ter uns dois metros de altura. De mulher, ela conserva apenas alguns traços e o vestido roto. É esguia e fina como o bambu. O rosto mal se vê atrás da alta gola do vestido preto remendado, e os poucos dentes que tem são roxos. Na cabelereira desfiada, um lenço sujo seguro os poucos fios de cabelo presos em esparsos tufos aqui eacolá. A velha ria-se de maneira torta, virando a boca para o lado como as antigas senhoras que fumavam cachimbo em demasia. De dentro daquele corpo esquelético, ainda saiu mais uma frase: Peste! Vou aprisionar você para sempre nas tramas deste tear, como fiz com os outros. Achei tão previsível aquela figura. Até aqui, pois, sem cerimônia alguma, ela parece ter se desligado de minha presença, puxou uma velha cadeira que acompanhava o mobiliário rústico daquele quarto e se assentou relaxada, as pernas abertas sob o vestido. Lembro-me de uma imagem que vi na Igreja do Rosário em Lavras e depois vi em outras igrejas de Minas: chama-se santo de roca. Trata-se de uma figura de santo montada sobre uma armação de madeira. Um santo vestido. Quando o barroco era mais pobre, as irmandades religiosas de Minas Gerais não tinham dinheiro para imagens caras em madeiras nobres ou outros materiais, e, assim, ia segurando uma profusão de “bonecos” nos nichos e altares das igrejas. Quase todos feiosos, magérrimos, tristonhos. A bruxa lembrou-me um desses santos. Ela não era daquelas assombrações que riam fácil. Mas, se gargalhasse, alguém a escutaria? Duvido. O cômodo que abri é muito isolado do resto da residência. Após uns segundos assentada despojadamente, ela aponta o tear. Dirijo meu olhar para as tramas esticadas. Vejo nelas formas diferentes nas cores dos fios. Percebo o rosto assustado de vários outros garotos e garotas desenhadas pelo algodão. É uma coisa bizarra e amedrontadora. Então, encaro a velha e percebo que seus dois olhos não são mais do que rasgos fechados. Na testa, sob um tufo de cabelos que se jogou para o lado, estava um olho negro e sem vida, como um botão de um velho casaco, fixo em mim. O hálito que rodeia a mulher é antigo, tem o bafo de mil mofos e de bolores de centenas de anos. Sinto uma coceira insuportável no nariz e penso de imediato no medicamento antialérgico que trouxe na mochila. Dessa vez, o que me dá medo não é o que conversamos, mas o silêncio que nos aproxima. A velha bruxa está num outro plano de medos para mim. Acho que é o plano do “indizível” (falei difícil, mas não vem outra palavra agora). Ela nada diz, mas expressa muito naquela cena insólita: uma medonha figura descansando sobre uma cadeira dura. Mas o que ela é, André? Não passa de uma velhota, uma bruxa maluca... – grita minha consciência. Não tem disso: na hora do medo, até boi brabo amansa, até jiló fica doce.
-Sou tudo isso que você pensa que sou, rapazinho. Fio minhas tramas e delas tiro o que bem quero.
 Estou aprisionado, imóvel por um estranho feitiço – mais por medo do que por feitiçaria. Sinto meu corpo adormecendo e não paro de lembrar dos rostos dos outros meninos nas tramas do tear. Eles me olham com desespero, como se pedissem ajuda sem poder falar.
“Está curioso para saber da roca e do fuso, André? Vou lhe explicar tudo, enquanto você vai meditando suas caraminholas...” – resmunga a aparição.
  Um cenário horroroso se forma sobre as tramas, no lugar em que havia a imagem dos rostos dos meninos. Enquanto ela narra sua história, eu vejo os fatos se desenrolando como em um filme. 
-Sou a velha de Um Olho Só, fiandeira de roca. Pego fibras finas, junto uma primeira torcida do polegar e do indicador, e é assim que vou fazendo crescer o fio. Então, com o fio crescendo, enrolo no fuso, girando rapidamente pela fiandeira. Usando o polegar, o indicador e o dedo médio na ponta superior do fuso, rodo da esquerda para a direita, comum pião preso ao fio, que vai torcendo e vai se enrolando, formando a maçaroca. Da maçaroca, o fio é tirado e enrolado em um novelo, e está pronto para ser trabalhado! 
Ela vai falando e gesticulando. Faz uma mímica perfeita, e não consigo tirar os olhos de suas mãos finas e duras. Quando me sinto desfalecer de cansaço e medo, sou surpreendido por Eurípedes, que a tudo espreitava. O gato com certeza tinha entrado sem que eu o visse. O pulo que ele deu no cangote da velha me tirou do torpor hipnótico em que estava. Fui salvo por um gato, quem diria. E depois dizem que gatos e bruxos se ama. Nem sempre. 
Meu impulso primeiro antes de fugir é tentar arrebentar as tramas e libertar aquelas almas aprisionadas. Meu tempo é curto, entretanto. Eurípedes, como se fosse gente, me fez um sinal inteligente com uma das patas para que eu fuja, enquanto tenta arranhar o rosto da Velha de Um Olho só. Enfio apressadamente a chave na fechadura e ainda vejo a velha furiosa, antes de trancar a porta. Quando estou a salvo na cozinha, além da despensa e do quarto mal-assombrado do tear, dirijo-me à salona de visitas. Preocupo-me com Eurípedes. Como ele sairá de lá? Talvez alcance a abertura até o lado de fora da casa.
O silêncio da casa me assombra também. O carrilhão da parede marca meia-noite. Mas está parado. Já passam das três da madrugada no meu relógio de pulso.
Eurípedes mia do lado de fora da casa; encontrou seu próprio jeito de sair daquele quarto de fiar. Abro a porta da cozinha e o deixo entrar para debaixo do fogão de lenha, como se nada tivesse acontecido. Espreguiça-se para dormir, ronronando. Minha inquietação me move a realizar uma experiência sobrenatural. Dou corda no grande relógio de meu avô. 
Por que será que o relógio parou exatamente à meia-noite? Acerto para três e cinco, que é a hora que marca meu relógio. Pego novamente a antiga chave esverdeada e abro a sala maldita. É como eu pensei: nada. Tudo calmo. 
Ainda olho aterrorizado para as tramas esticadas no tear: agora são somente velhos e empoeirados fios encardidos pelo tempo. Escancaro a única janela do cômodo, respiro o ar da madrugada e vejo multidões de vaga-lumes buscando namoradas nos pastos mais além do terreiro. Pelo que entendi, somente com o relógio parado à meia-noite é possível entrar em contato com aquela criatura maligna. Deus me livre de voltar a encontrá-la. Mas preciso fazer algo para libertar aqueles prisioneiros. Tenho de pensar. Mas preciso fazer algo para libertar aqueles prisioneiros. Tenho de pensar. Amanhã cedo consultarei minhas tias. Boa noite. Espero conseguir dormir. E você?

Conto 2                                   A CIRANDA DOS OSSOS
Era sexta feira de noite e o velho Chico Matoso ia voltando para casa. A estrada estava escura. No céu só a lua iluminava o caminho. Mas era um luar manhoso que só iluminava um pouquinho. Não tinha nenhuma estrela. Uma sexta-feira estranha. A mulher do Chico, a Sia Balbinha, bem falou que ele não devia ficar andando pela estrada em noite de sexta. Principalmente quando não tivesse estrela. Nessas noites as visagens vêm da escuridão para assustar os homens.
O velho Chico foi visitar o seu compadre Bento. A prosa estava boa, ele foi ficando e nem viu a hora passar. Já era noite quando saiu da casa do seu compadre.
Para encurtar o caminho, o Chico Matoso resolveu entrar por uma picada. Já ia entrando na mata, quando lembrou as palavras de sua mulher sobre a sexta-feira. Seu coração bateu depressa como se desse um aviso. Ele sentiu um calafrio, mas não era homem de recuar. E afinal de contas, ia ter medo de quê? O velho rezou baixinho e tocou o burro pela picada adentro.
De repente o animal empacou. O Chico tocou as esporas com vontade, mas não tinha nada que fizesse o burro andar. O bicho estava gelado e paralisado. O homem olhou para o lado e viu uma sepultura. Sem perceber falou alto:
- Quem é que pode tá enterrado aqui, meu Deus, nesse lugar perdido na mata? Quem teria feito uma maldade dessa de enterrar alguém aqui?
O coração do velho Matoso foi ficando pequeno. Ele rezou baixinho e tentou seguir caminho. Mas o teimoso do burro nem se mexia. O Chico já estava decidido a largar o burro ali mesmo e sair correndo para casa, mas não teve tempo. O que ele viu, talvez ninguém acredite! A luz da lua batia agora com força na sepultura. O luar deixou de manha e estava iluminando tudo.
O velho Matoso tentou esporear mais uma vez o burro, quando ouviu um estalo forte e viu saírem da terra um monte de coisinhas brancas. Eram ossinhos que pulavam, batiam uns nos outros, e rodopiavam como se estivessem dançando ao som de uma viola. Depois, de todos os lados, vieram outros ossos maiores, rodando e dançando da mesma maneira. De repente, o Chico ouviu um estalo maior e, de dentro da sepultura, saiu uma caveira branca como algodão, e com os olhos faiscando. Parecia que saia fogo dos olhos. A cabeça dava pulos como um saci. Os ossos começaram a dançar em volta da caveira, que parou de pular e ficou quieta no meio, dando de vez em quando grandes pulos no ar, e caindo no mesmo lugar, enquanto os ossos giravam em sua volta, batendo uns nos outros, como se dançassem uma ciranda maldita.
O velho Chico Matoso bem que queria fugir, mas não podia. Seu corpo estava como estátua, seus olhos estavam pregados naquela ciranda de ossos e os cabelos estavam em pé. Foi então que os ossinhos mais miúdos, dançando sempre, foram se juntando e formando dois pés de defunto. Esses pés não ficaram quietos e começaram a sapatear com os outros ossos numa roda viva. Os ossos das canelas, de um pulo, encaixaram em cima dos pés. Depois os ossos das coxas se encaixaram com os joelhos e, sempre dançando, se encaixaram com o resto formando duas pernas. E o quebra-cabeça continuou: os ossos dos quadris, as costelas, os braços, todos ossos que ainda faltavam foram pouco a pouco se juntando, até que o esqueleto se formou. Faltava só a cabeça.
O Chico Matoso viu então a coisa mais pavorosa do mundo: o esqueleto sem cabeça pegou a caveira e começou a jogar pra lá e pra cá como se fosse uma bola. Depois jogou para o alto igual a uma peteca. Jogava cada vez mais alto. Nesse sobe e desce a caveira fazia um zumbido horripilante. Até que o monstro sem cabeça jogou a caveira muito alto que ela até sumiu nas nuvens. Depois abriu os braços como se esperasse. A caveira desceu rápido do céu fazendo aquele zumbido e caiu direito no meio dos ombros. Fez um estalo danado, a caveira deu uma gargalhada e olhou para o velho Chico com seus olhos de fogo.
O burro e o Matoso estavam paralisados. O velho até sentia o coração do animal batendo forte. Os dois queriam sumir dali. Queriam até se enterrar se fosse possível, mas o pior estava por vir: aquele esqueleto-monstro começou a dançar em volta do Chico. Dando gargalhadas e rodopiando num balé terrível. Até que num estalo, deu um pulo, girou no ar e encaixou-se direitinho na garupa do Chico Matoso. O pobre do velho não conseguia nem gritar. O esqueleto esporeou e o burro saiu em disparada. E foram os três correndo e saltando.
Certo momento o animal parecia voar por cima das árvores. O coitado do Chico não tinha coragem de abrir os olhos. Como não podia gritar, rezava por dentro para todos os santos que vivem no céu. O velho Matoso achava que aquele ia ser o seu fim. Sentia um calor muito grande como se estivesse numa nuvem de fogo. Até que desmaiou.
Quando acordou, já era dia e ele estava na sua cama. A Sia Balbina é que contou que de manhã bem cedo o encontrou no terreiro, estendido no chão e desacordado. O burro ao seu lado, ainda selado, pastava calmamente. A porteira estava trancada e nem o velho Chico, nem Sia Balbina entenderam como o animal conseguiu entrar. No fundo o Matoso sabia que eles tinham chegado ali voando. O pobre do homem acordou com muitas dores como se tivesse levado uma surra. A cabeça pesada e com aqueles estalos malditos no ouvido.  Demorou mais de um mês para aqueles barulhos terríveis saírem da sua cabeça.
O Chico mandou rezar duas missas e jurou que nunca mais saia de casa em noite de sexta-feira.
Dia 12/06
Interpretação dos textos
1-O que causava medo no conto 1?
2-O que causava medo no conto 2?
3-descreva a personagem principal do conto 1.
4-Descreva a personagem principal do conto 2.
5-O texto 1 está escrito na 1ª pessoa “eu” o narrador conta sua história. Copie um trecho que comprove isso.
6-Por que o moço entrou no quartinho assombrado à noite?
7- Por que o Chico Matoso ir pelo caminho mais curto?

8-Desenhe o monstro assustador do conto 1 e do conto 2.
Conto 1
Conto2





















9-Escreva todas as características do monstro do conto 1 e do conto 2
Conto 1
Conto 2

















Dia 15/ 06
QUADRO COMPARATIVO DOS DOIS CONTOS : Você deve comparar os dois contos e preencher as tabelas abaixo.

CONTO  1
A velha de um olho só
CONTO  2

Qual é o enredo do texto?






Quem são os personagens?





Onde e quando a história se passa?





O narrador participa da história ou observa os fatos? Justifique com trechos do texto.  







Qual é o conflito da história? Como ele é resolvido?







Como termina?








Que outra sugestão você daria para o final da história?









Dia 16/06
RECURSOS USADOS PELOS AUTORES -  retire dos contos palavras ou frases que indicam o que se pede e escreva na tabela.

CONTO  1
A velha de um olho só
CONTO  2

Recurso usado para criar suspense







Recursos usados para assustar.  







Recursos usados para a descrição dos personagens








Recursos usados para a descrição do ambiente






Recursos usados para marcar o tempo.  








Dia 17/06
Momento de pesquisa
3.  Agora que você conhece um pouco mais sobre o gênero “Conto de Assombração”, se você puder pesquise em sites outros contos e registre seus títulos e resumo no quadro a seguir.Você pode perguntar para alguém aí na sua casa se sabem de alguma história bem tenebrosa e registrar.
titulo
Breve resumo da história
De onde é








































Escolha um dos contos de assombração de sua pesquisa e responda as questões abaixo.
1• Título
2• Onde e quando aconteceu?
3• Quem são os personagens?
4• Como são descritos os personagens?
5• Qual enigma aparece no conto?
6• O enigma é resolvido? Como?
7• Apresente palavras ou expressões que são características do conto de assombração.
8•Você recomendaria ou não este conto  para os colegas? Justifique.



Escolha um dos contos de assombração de sua pesquisa e responda as questões abaixo.
1• Título
2• Onde e quando aconteceu?
3• Quem são os personagens?
4• Como são descritos os personagens?
5• Qual enigma aparece no conto?
6• O enigma é resolvido? Como?
7• Apresente palavras ou expressões que são características do conto de assombração.
8•Você recomendaria ou não este conto  para os colegas? Justifique.
Escolha um dos contos de assombração de sua pesquisa e responda as questões abaixo.



1• Título
2• Onde e quando aconteceu?
3• Quem são os personagens?
4• Como são descritos os personagens?
5• Qual enigma aparece no conto?
6• O enigma é resolvido? Como?
7• Apresente palavras ou expressões que são características do conto de assombração.
8•Você recomendaria ou não este conto  para os colegas? Justifique.

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